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sábado, 6 de agosto de 2011

A menina virou mulher

Não tenho mais paciência, definitivamente. Tô jogando a toalha mesmo, abrindo mão.. eu, hein?! Quero paz, sossego, não quero mais problemas do que eu já tenho!
Tem momentos em que sinto uma incontrolável vontade de chorar, chorar de raiva. Ah! Como eu pude ser tão ingênua por tanto tempo?! Hoje, enxergo com muita clareza que não sou mesmo mais aquela menina de 19 anos que abaixava a cabeça pra tudo, que era submissa às vontades do outro pra tentar manter um falso bem-estar, achando que estava fazendo o que era certo, o melhor. O melhor pra quem, afinal? Pra mim? Nunca foi!
Hoje percebo que não estou disposta a agir da mesma maneira. Não estou mais disposta à passar por cima dos meus valores, das minhas ideias, das minhas vontades por causa de ninguém. Quem quiser ficar do meu lado, tem que me aceitar da maneira que sou, afinal, ninguém tem obrigação de estar junto a mim.
Quero estar cercada de pessoas com quem eu poderei contar se precisar um dia, e não de gente que simplesmente me olha e diz: "se vira!" - Ser companheira de alguém, é saber se dedicar, se entregar e fazer o posível para contribuir com o outro. Saber a hora de ajudar, a hora de proteger...
Quando me pego fazendo uma análise do antes e do depois percebo que não houveram grandes mudanças em todo o contexto. Vejo que algumas pequenas atitudes não são mais as mesmas, mas a essência em si, é exatamente igual.
O que eu tenho certeza, é que não quero ser desonesta comigo e com ninguém! Se não gostei, não gostei e pronto, não vou ficar fingindo sentir o que não sinto pra agradar aos outros. Essa sou eu, que há muito tempo tempo ficou escondida por debaixo dos panos, com medo de aparecer por não querer ser infeliz. A vida me ensinou algumas lições, e agora percebo, que só poderei ser feliz de verdade, se puder ser eu mesma, se me mostrar como sou realmente, sem medo do que as pessoas vão achar. Foda-se o resto! Simples assim!

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