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sábado, 30 de abril de 2011

Sem $$, mas doida por uma balada!

To em casa, cheia de vontade de sair, zuar todas, mas sem um único $$! =o/
Já tomei quase um litrão sozinha, mas em casa vendo tv, nem tem graça...
To aqui escutando uns funks, dançando na cadeira, louca pra curtir alguma coisa, mas tá foda! Sem opções! Ia até me arrumar, tirar umas fotos novas pro orkut, dar uma renovada naquilo lá, mas a sobrinha mais velha carregou a minha cam junto com ela. Só batendo! rsrs
O que resta? Sei lá.. to aqui na net passando o tempo pra não ter um ataque de tédio! Pelo menos valeu a pena.. conversei rapidinho com um colega dos tempos de ginásio. Nossa! Saudades... muito tempo! rs - Me senti velha agora! rsrs
Foi muito bom falar com o Nantes, saudades dele... as histórias do tempo da escola são muito legais, dá uma saudade boa...
O que devo fazer logo mais? Aproveitar que mamãe não vem dormir em casa, colocar uma música alta e dançar feito louca na frente da tv! aahuhauhauhauhau - Extravasar toda a tensão de uma semana cheia de problemas e confusões! Um cliente ainda tentou e quase conseguiu estragar a minha sexta-feira, mas a prova de História do Direito, me fez voltar pra casa super feliz! Foi o máximo pegar a prova e saber todas as questões... só teve uma que eu respondi, mas, confundi o um item  do Direito Egípcio com o Direito na Pré-história. Apesar do equívoco, fiquei satisfeita comigo mesma!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Semana de cão!

Não vejo a hora dessa semana maldita acabar! To uma pilha de nervos, sem conseguir me concentrar em absolutamente nada! Não tenho paciência pra atender os clientes do escritório, não consigo estudar pras provas da faculdade, não durmo direito... e parece que cada vez mais surgem mais e mais problemas.
Ontem, chorei com um ódio, tremia de nervoso, meu coração parecia que ia saltar pra fora de mim, eu estava realmente passando mal. Não acreditei que estava vivendo outra vez o desespero de ser enganada e passada pra trás. Quase tomei uma atitude que não é do meu feitio, e ainda não sei se fiz bem ou não.
Como se não bastasse esse meu conflito que não podia ser exteriorizado pra não causar ainda maiores confusões, bastou entrar em casa pra ter que ouvir minha avó reclamando de uma coisa que ela reclama todos os dias. A merda de uma lâmpada no meio do corredor, que ela teima em acender todo dia, e o último que passar tem que apagar. Entrou ela no meu quarto, reclamando que eu não apaguei a lâmpada. Respondi que eu não fui a última a subir. Ela desceu soltando fumaça, e minha mãe ainda comentou que não sabia a necessidade dessa lâmpada acesa. - Antes nos subíamos e descíamos perfeitamente com só duas lâmpadas no corredor, minha avó inventou de colocar essa terceira pra "facilitar", e todo dia tem reclamação no meu ouvido. - Quando minha avó subiu, voltou ao meu quarto pra continuar reclamando, foi aí que eu falei que não era justo, eu todo dia escutar reclamação sobre a mesma coisa. Tudo cai sempre nas minhas costas. A doida da minha avó, começou a me chamar de ingrata, mal agradecida, que eu nunca dava razão à ela, que eu estava do lado dos vizinhos, e que ela tinha mais é que aprender a ir pra casa dela, ao invés de ficar aqui ajudando durante a semana.
Simplesmente, fechei a porta do meu quarto, deixei ela reclamando sozinha e comecei a chorar. Era um desespero sem igual... eu estava me sentindo tão pequena, tão mínima diante de tanta coisa, o que eu queria mesmo era sumir do mundo naquele instante. Juro que, se não fosse o meu filho pedindo preu não chorar enquanto chorava junto comigo, se não fosse aquele pinguinho de gente na minha vida, ontem eu teria deixado tudo de lado. Hoje, talvez eu não estivesse aqui, ou então, estivesse numa emergência hospitalar.
Meu filho me dá muito trabalho, me dá muita dor de cabeça, me estressa, mas é só ele que tem o poder de me revigorar, de me fazer levantar da cama pela manhã pra recomeçar tudo outra vez.
Hoje, eu tenho prova de sociolagia na faculdade, o pouco que li ontem sobre a matéria, não me ajudou muita coisa, e agora, não tenho cabeça pra ter 32 páginas que explicam o "ser" do meu "eu interior" e como a sociedade me influencia.
Só o que quero é que sexta-feira chegue logo, que eu termine a prova de História do Direito, e que me sinta segura em relação à minha nota. E, ao sair da faculdade, parar na barraquinha da tia com o povo, e beber até não me aguentar mais em pé. Extravasar e exorcisar os fantasmas que assombraram essa semana crucial na minha vida.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Surpresa!

Esse fim de semana, tinha tudo pra ser só mais um, comum como todos os outros. Domingo, esperava que fosse um dia totalmente tedioso. Recebi uma notícia pela manhã de que a querida madrasta do meu filho, passaria a tarde aqui, praticamente no meu quintal. O que eu poderia fazer? Não poderia impedi-la de entrar na casa da minha ex-cunhada só pelo fato dela ser minha vizinha. Fiz o quê? Acabei de almoçar, meu filho saiu com a madrinha e eu, fui dormir, pra que a tarde passasse bem rápido.
Acordei com minha cunhada me gritando, e totalmente temerosa em sair de casa e dar de cara com uma pessoa não agradável, levantei e fui até a porta. Já na porta da casa dela, peguei meu filho pra dar banho e vim pra casa. Quando fechei a porta, Ele apareceu. Só disse que depois queria falar com ele, achando que a doida estava por perto. logo que entrei em casa, Ele veio atrás de mim perguntando qual era o assunto. Perguntei sobre as compras do nosso filho, e ele respondeu que agora não tinha dinheiro.
Levei meu filho até a àrea, e enquanto tirava sua roupa e sua fralda, ouvi a seguinte frase: "Qual a chance de eu voltar pra casa?" - Meus olhos marejaram na mesma hora, não conseguia acreditar no que tinha ouvido, e só pedi pra que ele não falasse esse tipo de coisa comigo, não gosto dessas brincadeiras.
Foi aí que ele começou a falar... arrependido, percebeu o erro, quer conquistar seus objetivos, crescer na vida e ter um futuro digno.
Quer saber a verdade? Se fosse só o meu coração, na mesma hora teria pulado no seu pescoço e dito Sim!! Mas, tem muitas outras coisas, to indecisa por 'n' motivos. Deixei claro que não estou disposta a viver todas as tristezas outra vez, só quero os momentos bons, quero alguém que seja só meu, quero uma família de verdade, quero ser feliz sem medo. Ele, sabe que ainda o amo muito, e está se valendo disso pra conseguir voltar pra onde não deveria ter saído. Deixei claro que agora, é Ele quem deve me mostrar que mudou, que está disposto a recomeçar de outra maneira. Eu não tenho que provar mais nada, afinal, apesar do sentimento não ter mudado, eu não fui atrás dele pedindo pra voltar, me humilhando... demorou, mas aquilo que eu imaginava que um dia muito longe poderia acontecer, finalmente aconteceu, Ele decidiu voltar.
Eu tenho foco, minha faculdade é meu objetivo. Quero é concluir, pra que meu filho tenha um futuro muito melhor que o meu, para que nada falte a ele, e que eu possa oferecer tudo do bom e melhor. Não vou desistir por nada e nem por ninguém. Não vou deixar de fazer as coisas que gosto, nem de falar com pessoas que considero por qualquer motivo que seja.
Bem, é isso.. to com a oportunidade de ter a minha família de volta aqui, nas minhas mãos. Mas, mesmo que o coração queira muito, não dá pra atropelar a ordem natural das coisas. Quem age movido unicamente pela emoção, no fim das contas só se fode. - Eu já me fodi uma vez! rs - Ainda hão de acontecer algumas conversas francas até que eu decida realmente. Meu filho merece demais ter uma pai e uma mãe, mas não posso arriscar a ser infeliz pra deixar meu filho contente, preciso decidir por mim. Acho que não faz mal a ninguém ser egoísta vez ou outra! rs

domingo, 24 de abril de 2011

Salve Jorge! - Saudades Pedrinho!

Estive ontem dia 23/04, na igreja de São Jorge. Não fui em Quintino, pois fica muito longe, são três ônibus pra ir e outros três pra voltar. Com o calor que estava fazendo ontem, e com o Théo, seria praticamente impossível chegar até lá. Mas, tenho certeza que que o local não fez diferença. A igrejinha de Olaria é tão bonitinha, pequena, acolhedora... bastou entrar na igreja, sentar e olhar pra imagem de São Jorge para começar a chorar. Não sei descrever exatamente o que senti naquele momento, chorava sem parar, tentava me conter, mas não conseguia. Senti uma paz, um conforto, ao mesmo tempo que o meu coração estava pequeno, apertado... a vontade de chorar era maior do que qualquer outra coisa!
Agradeci por tudo que conquistei até agora, por ter vivido momentos inesquecíveis e por ter um filho tão carinhoso como o meu. Refiz minha promessa, e assim que tiver a oportunidade, farei uma tatuagem em homenagem ao Santo Guerreiro. Pedi novas graças, pedi luz, sabedoria, porque sei que vou precisar daqui pra frente. Existem duas coisas que quero muito que aconteçam, e que na verdade dependem exclusivamente de mim, mas sei que poderei contar sempre com o "Jorginho" do meu lado. Antes de sair da igreja, acendi algumas velas, e pedi força, muita força pra mudar o rumo da minha vida. Preciso de força, perseverança e fé, que ao mudar de atitude com uma pessoa, vou estar abrindo os meus caminhos para o sucesso e a felicidade que tanto almejo. Quando conseguir me desprender definitivamente do que já passou, vou me libertar pro futuro promissor que me aguarda logo alí. Eu sei disso, mas, só ainda não tive coragem de arriscar jogar tudo pro alto, pra me encontrar com as maravilhas que me aguardam, não é mesmo, Pedrinho? Pedi tanto a sua ajuda, mas até agora, não fiz nada pra te ajudar a me ajudar, não é?!
Tá me faltando é vergonha na cara! Na verdade acho que não sei mais viver sozinha, sem saber que existe alguém que de alguma forma ou de outra se importe comigo, e que sinta ciúmes de mim, que sinta minha falta. Bem, Pedrinho, tá sendo difícil, vai ficar pior ainda, mas não quero mais desistir. Preciso ir até o fim, pois já comecei a perceber que esse sentimento doentio vai me atrapalhar, ou melhor, já está me atrapalhando, como você já havia me alertado. Só vou conseguir alcançar meu objetivo, e vou me dar muito bem nisso, se eu conseguir virar a página e deixar o passado para trás de uma vez por todas. O meu futuro pode ser brilhante, se eu fizer as escolhas certas... posso deixar tudo desandar se não prestar atenção nas coisas, e me valer única e exclusivamente do meu livre arbítrio.
São Jorge e Pedrinho, sei que poderei sempre contar com vocês ao meu lado, e dessa vez, farei o possível e o impossível pra facilitar o trabalho de vocês na difícil tarefa de me guiar. Obrigada por tudo até aqui!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Uma pessoa e uma noite diferentes!

No último sábado, o dia foi meio corrido. Levantando da cama cedo pra ir pra faculdade estudar, indo direto pra casa do Diego com a galera pra continuar estudando. Mas, antes, uma passagem breve pela cozinha do nosso amigo, com o auxílio da Vanessa pro almoço sair.
E não é que incrivelmente a roda de estudos funcionou? Daniel entre uma brincadeira e outra deixou a gente estudar, e o povo conseguiu entender o que até então era incompreensível! ahuahauh
Era aniversário do meu ex-concunhado, e a minha animação estava à zero. Uma dor de cabeça martelando insistentemente... sem vontade de estudar, nada pra fazer... além de ninguém interessante no messenger, minha sobrinha estava ocupando o pc.
Eis que, minha "vizinha-ex-cunhada" me chama pra beber na casa dela. Sem muita vontade de nada, e com a cabeça estourando, não aceitei o convite. Estava só esperando seu marido voltar da rua pra lhe dar os parabéns e ir deitar. 
Minha noite tinha tudo pra ser só mais uma noite intediante, mas... não foi! Foi boa, foi.. sei lá o quê! rs
Sozinha em casa com meu filho e a mente viajando longe.. muito longe... queria que minhas noites pudessem voltar à ser como essa de hoje. Tanta saudade... Pude reviver alguns momentos preciosos, simples, mas que me conferiam toda a diferença. Uma coisa que me deixou boba, foi a seção "blitz" no celular! uahuahauauh "- De quem é esse número que você ligou à cobrar?" - "Quem é esse fulano '...inho', que tá na sua agenda?" - uauahuhauuauah! Isso é tão engraçado!! Ciúme é uma coisa divertida!! kkkkk
Só o que tenho a dizer é que foi bom, que me senti bem, e que fez bem à minha auto-estima. Ainda escutei música, dancei, vi o Tropa de Elite2, bati-papo e ri de algumas várias besteiras que ouvi.rs Às vezes, sair da rotina faz tão bem... Dormi satisfeita e acordei me sentindo outra, só desejando ter mais outras muitas noites tão boas quanto essa.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Problemas...

Essa semana tá super braba pro meu lado! Semana passada fui receber os honorários de alguns clientes no banco, totalmente no improviso. Achava que iria só acompanhá-los ao banco, mas acabei ficando por lá devido a quantidade de clientes agendados.Não tinha calculadora, não sabia como era o procedimento no Banco do Brasil, nem caneta pra preencher os recibos eu tinha.
Fiz os cálculos dos honorários a serem pagos ao escritório na calculadora do celular, alí na pressa. Tenho certeza absoluta que fiz o cálculo baseado no valor bruto que o gerente me passou. - gerente que por sinal, era um merda, todo enrolado. Além desse infeliz não ter feito a transferência dos valores para a conta dos clientes, também não fez a transação à favor do escritório. Segunda-feira foi o dia da reclamação, tanto dos clientes, quanto dos meus patrões.
Até então, eu nem estava me importando muito, porque o erro tinha acontecido dentro da agência. Mas, foi aí, que um dos meus patrões, decidiu comparar o valor dos honorários registrados nos recibos com o valor cadastrado no TRF, foi aí que se descobriu que eu calculei todos os honorários de forma errada. Ninguém conseguiu descobrir que diabos de conta doida que eu fiz pra chegar naqueles valores. Segundo um deles, eu dei um prejuízo de mais de R$1.000,00 pro escritório. Fiquei arrasada, odeio receber dinheiro dos outros, ainda mais fazendo o cálculo errado. To super sem graça, sei que não fiz com intenção de errar. Afinal, acho que ninguém erra de propósito. Mas, to sem jeito, juro que se não fosse me fazer tanta falta, eu pediria pra descontar o prejuízo do meu salário. Odeio errar, odeio parecer irresponsável.

domingo, 10 de abril de 2011

A hora da revolta!

Ontem me decepcionei de uma forma que não imaginava que pudesse acontecer. Esperava muito mais, minhas expectativas eram maiores. Mesmo sabendo que não há salvação para uma alma perdida, sempre tenho a sensação de que a esperança é a última que morre. E na boa? A minha está mais do que na hora de morrer e ser enterrada.
Ah! Eu, hein?! Cansei dessa vida escrota que to levando... o cara que vive dizendo que eu preciso me valorizar, que preciso encontrar alguém que me mereça de verdade, que cuide bem de mim e do meu filho, é o cara que mais me sacaneia, que mais faz eu me sentir humilhada. Porra! Tomar no cú! - to irritada, tenho licença poética pra escrever esse monte de palavrões, o blog é meu! - Mereço passar por esse tipo de coisa mais não. Isso é coisa que se vive na adolescência, eu já não sou mais criança. Daqui a pouco estou na casa dos 30, e continuo nessa palhaçada. Chorei muito ontem à noite, de raiva, de ódio... queria mesmo entender o porque eu passo por esse tipo de coisa. Queria mesmo entender porque é tão difícil encontrar alguém que me faça feliz, que me apoie, que me ajude, e que me valorize, me estimule. Não aguento mais esses caras que só querem me usar, jogando uma conversinha mole, dizendo que eu sou linda, maravilhosa, que não entendem porque ainda estou solteira, e quando percebem que não vão conseguir me comer, ou então quando muito dificilmente conseguem, a opinião muda. Parece que perde a graça... odeio isso! To com nojo desse tipo e gente.
Queria mesmo me apaixonar de verdade, descobrir que dá sim para recomeçar, e deixar pra trás DEFINITIVAMENTE o que não tem mais volta. Fico me perguntando, o que falta para eu conseguir virar a página de uma vez por todas. Toda vez que acho que to conseguindo, com a folha quase virada, já no meio do caminho, vem um vento forte, e faz com que ela volte pro lugar anterior. Que saco! Mais do que ninguém, eu sei que quem vive de passado é museu, mas não consigo explicar porque estou vivendo assim nos últimos 2 anos.
Ele não é o melhor homem desse mundo! Nunca vai ser! Ele, é só mais uma canalha que passou pela minha vida, assim como outros tantos vários, a diferença é só que, Ele, foi o único que eu amei.
Como já havia escrito em outro post, daria qualquer coisa pra voltar a ser como era nos meus 18 anos. Inconsequente, só amava a mim mesma, dos outros eu gostava. E gostava de muitos! auhuahu Foi a melhor época da minha vida. Achava que estava sozinha, me sentia carente, mas nem imaginava que anos depois é que iria realmente descobrir o que é carência e solidão. Seria o máximo se nunca tivesse tido a oportunidade de conviver com alguém todos os dias debaixo do mesmo teto, dormindo na mesma cama. Hoje, não estaria sentindo falta dos pequenos detalhes como eu sinto.
Antes de dormir, me olhei no espelho e vi uma figura triste, desiludida, manchada e desesperançosa... olhei dentro dos meus olhos, e me vi feia, largada, maltratada, do jeito que jamais havia sido em toda minha vida. Decidi então que vai ser muito difícil, vai doer muito ainda, mas de uma forma ou de outra, Ele vai sair de dentro de mim de uma vez por todas! Tomei coragem, e dessa vez, consegui cortar a fitinha do meu braço, que representava um pedido meu a São Jorge. Queria ser feliz no meu casamento, queria ter meu marido devolta, ter uma família novamente. Peguei a tesoura e pensei: "Isso NUNCA vai acontecer, esquece!" - O primeiro passo pra que as coisas mudem, tem que partir de mim. Então, cortei a fitinha que em breve iria se partir. Em seguida, amarrei outra no braço, e fiz um pedido totalmente pessoal, voltado todo só pra mim, e que se um dia se realizar, vai afetar diretamente o futuro do meu filho. E nós, eu e ele, seremos muito felizes!

domingo, 3 de abril de 2011

E tudo continua (quase) do mesmo jeito...

Na última segunda-feira, recebi uma ligação inesperada perto da hora do almoço. Era Ele, dizendo que eu o havia esquecido, perguntando o que tinha acontecido pra eu não ter ligado mais. Eu respondi que simplesmente havia cansado do fato de correr atrás insistentemente o tempo inteiro, e quase nunca receber um feedback. Foi aí, que Ele com seu jeito estúpido, afirmou que sabia que eu estava com outro, e que não adiantaria negar. Resumindo, começou com a velha história de sempre... "não tenho nada contigo, mas não quero ser corno!"
É até engraçado! Desliguei o telefone na cara dele, quando na verdade, a minha vontade era xingar uma dúzia e meia de palavrões no telefone, mas estava no trabalho, com meus patrões na minha sala, e não pegaria nada bem eu me alterar desse jeito.
Esperei uns 5 minutos e liguei de volta. "Escuta aqui, sabe o que me deixa puta? Você pode tudo, você nunca se preocupou com nada quando me sacaneava, agora que o papel se inverteu você está se doendo?" Depois de alguns minutos de conversa, fiz ele ouvir que pelo fato de não ter oportunidade, ainda não havia contado coisas que já queria ter dito. Enfim, ouvi que só dependeria de mim pra termos uma conversa esclarecedora, onde colocaríamos os pingos nos "is". 
-" Quarta-feira. pode ser?" 
-" Quando você quiser. Você escolhe a hora e o lugar, por mim, tanto faz."
-" Está marcado então. Se você furar comigo, acabou o assunto!"
Fiquei uma verdadeira pilha de nervos nesse dia. Meu coração disparou, minhas mãos tremiam que mal podia digitar, não conseguia me concentrar em nada, e a vontade era só de chorar. Foi brabo tentar manter o foco, e não desabar no trabalho. Tentei ir pra faculdade, mas também não consegui, vim passando mal dentro do ônibus, a pressão oscilando... cheguei na faculdade pálida, suando frio. Desisti de assistir à aula e vim pra casa. Me tranquei no meu quarto e comecei a escrever tudo que eu queria dizer a Ele. Como se fosse uma espécie de roteiro, ou discurso, pra que eu chorasse tudo ali enquanto escrevia, e não hora, lê-se sem pensar na emoção, mantendo a pose. - Passei a madrugada quase toda chorando!
Terça, eu só queria que a hora passasse rápido, que o dia acabasse para o próximo começar. A expectativa de que alguma mudança drástica pudesse acontecer estava me enlouquecendo. Minha mente viajou tanto, que passou pela minha cabeça que no dia seguinte, eu poderia estar tomando a decisão de me casar outra vez!
Enfim, chegou o 'Grande Dia'. Fui trabalhar com uma roupa diferente, com os pensamentos à 1.000 na cabeça. Estava ficando maluca, confusa, cheia de coisas na cabeça, nenhum pensamento fazia muito sentido, tamanha a quantidade e velocidade de informações. Passei o dia achando que no início da noite, a minha vida iria mudar, e que eu deveria estar preparada pra chorar, e chorar muito, sofrer mais um bocado e pela milésima vez, tentar esquecê-lo.
No horário e no local marcados, nos encontramos. Quando me aproximei, a vontade era de abraçá-lo e beijá-lo ali na frente de todos, estava morrendo de saudades. Ficamos conversando na calçada mesmo, encostados na porta de uma loja, um tanto quanto alterados, conversando mais quase num tom de discussão. Ele, quase não me deixava falar, só questionava as minhas atitudes e dizia não tolerar me dividir com outro. A opção de ficar era minha, e eu tinha que decidir. Afirmou não sentir ciúme, caracterizou como, cuidado, precaução, medo... de que eu pudesse agir inconsequentemente, e no fim,o causasse algum dano, afinal, ele tem satisfações à dar em casa. Tocou num assunto, que finalmente fez algumas lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Preciso encontrar alguém que vá me fazer feliz de verdade e que tenha 'peito', pra assumir uma relação que envolve uma criança. - Pensei: "Isso NUNCA vai acontecer!"
Depois que Ele decidiu me deixar falar e me ouviu, se acalmou um pouco, foi aí que sugeriu que sentássemos em algum lugar pra terminar a conversa. Numa lanchonete com o ambiente bem mais tranquilo que o meio da calçada, continuamos conversando um pouco mais, agora num clima bem mais ameno. Tomamos alguma coisa, e não tem jeito, quando estamos perto um do outro, a atração sempre fala mais alto. Se tem algum momento que não podemos ficar juntos, dá agonia, inquietação. rs Matamos a saudade. 
Não quero estar com uma pessoa desejando outra. Nada melhor que sentir o calor daquele abraço, o sabor daquele beijo e o cheiro daquele corpo. Preciso dizer mais alguma coisa?  
Como seria bom se eu pudesse mudar tudo pra melhor... pena que nada depende só de mim!